Timo Dillner nasceu em 1966 em Wismar, na Alemanha.
Entre 1985 e 1989 frequentou o curso universitário de Pedagogia, Arte e Filosofia Germânica na cidade de Greifswald.
Entre 1989 e 1998 foi assistente no Museu de Arte Contemporânea em Cottbus.
Desde 1998 que é escritor e artista em Lagos e em 2000 deu início ao conceito "Pinturas e Poemas".
O conceito da exposição "Novos Deuses Ateiam Fogos" prende-se com o ideal de que se usamos energia renováveis provenientes da água, do vento e do sol somos automaticamente pessoas boas, conscientes e amigas do ambiente? Será que este rótulo não pode esconder um nosso lado negro, em que ao usarmos este tipo de eletricidade libertamo-nos da necessidade de poupar energia ou até de cuidar do meio ambiente? Será que ao sermos ambientalmente corretos numa coisa permite-nos abusar noutras, como no consumo dos plásticos, na escolha de produtos com excesso de embalagens, na compra de inutilidades ou de coisas que, quando se avariam, não se reparam mas se jogam fora?
As grandes indústrias estão orientadas para o consumo, mais consumo, e ainda mais consumo - mas também nos deram as energias alternativas, para ficarmos de bem com as nossas consciências...
A educação para um consumo responsável deve começar logo na primeira infância. Mas quem pode ensinar as crianças se os pais não forem ensinados? os professores? a internet? as redes sociais?
Não será chegada a altura de não deixar que os pais e os professores sejam substituídos por um smartphone?
Exposições anteriores:
2009 - Exposição individual "Não farás para ti imagem - Du sollst dir kein Bild machen" de pinturas e poemas no Centro Cultural de Lagos;
2012 - Exposição individual de obras gráficas na Galeria Municipal de Vila Franca de Xira/Lisboa;
2013 - Exposição individual "O Contineralismo poético - Portos Novos" de pinturas, poemas e desenhos na Galeria Municipal "Das Baumhaus" em Wismar;
2015 - Exposição individual "O Contineralismo poético - Mundos Novos" de pinturas, poemas, obras gráficas, esculturas e vídeo no Museu de Portimão;
2016 - Exposição individual "O Contineralismo poético - Achados" de pinturas, poemas e esculturas no Museu Municipal Dr. José Formosinho de Lagos;
2017 - Exposição individual "O Contineralismo poético - Horizontes Novos" de pinturas, poemas e esculturas no Centro Cultural de Lagos.
Contactos:
e-mail: timodillner@sapo.pt
Telemóvel: 919 164 493
Telefone: 282 687 053
Internet: www.timodillner.com
1 - Informação simplificada sobre a gestão dos serviços;
2 - Os 11 mitos sobre a reciclagem: 4. "Posso colocar escovas de dentes no ecoponto amarelo?";
3 - Pequenas mudanças, grandes poupanças - A água não é inesgotável;
4 - Desinfestação de ratos e baratas;
5 - Controlo da qualidade da água;
6 - Exposição;
7 - Portimão 2019 - Cidade europeia do desporto;
8 - Portimão recicla;
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João Oliveira nasceu em Lisboa a 8 de julho de 1988, vive no Litoral Alentejano.
Com formação em Artes Plásticas/Pintura, iniciou a sua atividade na área da escultura no final de 2015, e tem participado em feiras de artesanato, exposto em galerias, em espaços públicos e eventos culturais a convite de diversas entidades.
As suas esculturas são executadas em redes de arame galvanizadas, essencialmente representativas de animais e normalmente em tamanho real.
"As redes que nos aprisionam podem ser libertadoras, se tivermos a arte de encontrar um rumo de persistência e de resistência perante as adversidades. O João explorou uma nova técnica e conseguiu dar uma outra vida à “rede de galinheiro” e libertou-a assim do seu destino. Uma nova linguagem para um material que se resignava a limitar a passagem, o João não aceitou, e utilizou a rede como matéria prima, moldou-a de tal forma com as suas mãos que a transformou em animais sem correntes, verdadeiras obras de arte que lhe deixam de pertencer após acabadas. Com esta técnica inovadora e criativa o João em 2017 foi vencedor do Prémio Nacional Empreendedorismo Novos Talentos do IEFP, e em 2018 vencedor do Prémio FIA (Feira Internacional de Artesanato de Lisboa) com a distinção de melhor peça de artesanato contemporâneo. - Texto: Amélia Fançony"
Exposições:
- Galeria Beltrão Coelho - Lisboa;
- Excel London;
- Feira Internacional de Lisboa, FIA 2017 e 2018;
- Galeria dos Sentidos - Odemira;
- MALA/2017 - Lagos;
- Casa MTG - Portimão;
- FACECO - Odemira (desde 2015);
- Festival das Cores - Santo André/Sines;
- Rehabbed Market - Lisboa;
- Real Marina Hotel - Olhão;
- Núcleo de Artes Visuais – Aljustrel;
- Algarve Nature Week - Quarteira;
- Resort Zmar - Odemira;
- Feira Nacional de Artesanato - Vila do Conde;
- Antigo Paços do Concelho - Lagos;
- Forte do Beliche - Sagres (desde 2016-2018);
- Museu de Arte Sacra - Covilhã;
- Grupo Comunitário da Apelação - Loures;
- Associação de Desenvolvimento e Iniciativas Locais - Pombal.
Contactos:
Internet: http://maranteoliveira.wixsite.com/escultura-em-arame
e-mail: maranteoliveira@gmail.com
Telemóvel: 960 201 063
Facebook e Instagram: @artejoaooliveira
1 - Programa de desfibrilhação automática externa;
2 - Obrigada EMARP;
3 - Portimão solidário - diploma de reconhecimento público;
4 - Os 11 mitos sobre a reciclagem: 2. "E, a gordura, não prejudica o processo?";
5 - Exposição;
5 - Portimão recicla;
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Nesta campanha de desinfestação, realizada em outubro/novembro de 2018, no que concerne a baratas verificou-se um nível de infestação compreendido entre o nulo (0 baratas) e o fraco (0 < 50 baratas).
Os resultados apresentados correspondem à média de infestação do arruamento, pelo que, quando se verifica a presença de baratas numa ou duas caixas de visita de sanemanento ao longo dum arruamento, todo o arruamento é considerado com nível de infestação fraco, facto que contribui significativamente para um grau mais generalizado de infestação fraca.
Comparativamente com a última campanha, realizada em junho/julho de 2018, verificou-se a redução do nível de infestação. O nível de infestação fraco (0<50 baratas) verificou-se essencialmente na zona centro de Portimão, onde a pressão populacional é maior, promovendo assim uma maior afluência de matéria orgânica às condutas, facto este que contribui para o afluxo de espécies infestantes.
Relativamente aos ratos, detetou-se um nível geral de infestação nulo. Nas zonas com nível fraco de infestação de ratos foram na sua maioria avistados buracos na calçada. Estes são fruto dos túneis efetuados pelos ratos, localizados em zonas onde existem casas abandonadas nas proximidades, terrenos baldios, ou em zonas onde os animais infestantes são atraídos por restos de comida abandonados na via pública. Embora haja um esforço por parte da nossa fiscalização no sentido de sensibilizar os munícipes por forma a evitar este tipo de situações, a sua atitude é importante.
Não abandone resíduos e não alimente animais na via pública.
Para os animais abandonados poderá contribuir procurando um lar para os mesmos a fim de evitar este tipo de inconvenientes.
Consulte os resultados da campanha e o grau de infestação verificado no município:
1 - Recolha de resíduos urbanos na época festiva;
2 - Os 11 mitos sobre a reciclagem: 2. "Lavar ou não lavar, não há questão.";
3 - Tarifários 2019;
4 - Ações de educação ambiental no município de Portimão;
5 - Portimão recicla;
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Rui Marques tem 17 anos, nasceu em Portimão e reside em Porches (Lagoa) com os seus pais.
Quando tinha 2 anos e meio foi-lhe diagnosticado autismo severo, ou seja, o Rui nunca iria falar, ler e escrever.
Como era muito complicado para os pais assumirem as despesas com as terapias necessárias para garantir a sua autonomia, uma vez que nunca sentiram qualquer apoio do Estado, moveram montanhas e chegaram a ter que pedir para que nada faltasse ao Rui. E com todo o esforço, dedicação e muito amor conseguiram resultados que até surpreenderam a Dra. Guiomar Oliveira, do Centro Hospitalar de Coimbra, onde o Rui é seguido. E passou de autismo severo para autismo clássico.
Hoje em dia frequenta a Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes e contrariando todos os diagnósticos avançados, o Rui sabe falar, ler, escrever e até pintar.
"O Outro Lado" pretende mostrar ao público esta sua faceta existindo obras que se focam na natureza e nos animais, que é o que mais gosta de pintar - e o Rui até já foi distinguido com um prémio atribuído a um quadro de sua autoria.
Contactos:
Telemóvel: 916 658 398
e-mail: irene.crena@gmail.com
1 - Início do ano hidrológico;
2 - Limpeza de esplanadas: Quem é responsável?;
3 - Os 11 mitos sobre a reciclagem: 1. "Eu reciclo mas eles misturam tudo!";
4 - Exposição: O outro lado;
5 - Portimão recicla;
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Bernardo Lúcio nasceu em Coimbra em 1977, tendo ido para Lisboa no ano seguinte, onde cresceu e estudou.
Depois de tirar o curso de Direito, acabou por dedicar-se à área do marketing e publicidade.
Em 2003 foi viver para o Algarve, onde criou uma empresa nessa área, da qual foi sócio até 2018, altura em que se dedicou em exclusivo à fotografia em que já trabalhava desde 2010.
Na fotografia, desenvolve trabalho comercial em diversas áreas, para além de projetos pessoais onde pode expressar a sua criatividade de forma mais livre.
A exposição DPP – Domínio PúblicoPrivado apresenta fotografias no centro da costa algarvia, na Ria Formosa, uma faixa de território a prazo, ameaçada pela Lei e pelo Mar.
Entre demolições e erosão costeira, resistem casas de pescadores, casas de férias, o último retiro na reforma ou, noutros casos, a casa possível.
À vista de resorts de luxo, o desordenamento dá lugar ao espontâneo, ao genuinamente simples e descomplicado.
Para uns lixo, para outros luxo junto ao mar.
Independentemente de juízos de valor, locais únicos, a caminho da extinção.
Contactos:
Telemóvel: 919 998 686
E-mail: info@bernardolucio.pt
www.bernardolucio.pt
1 - Plano educação e sensibilização ambiental;
2 - Desinfestação de ratos e baratas;
3 - Colheita de sangue 31 de outubro de 2018;
4 - Exposição: Domínio público privado;
5 - Portimão recicla;
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