Dina Salvador nasceu em Lagos e formou-se em Biologia Marinha. Trabalhou em várias entidades públicas e privadas e desde 2004, está envolvida num projeto de recuperação da Mata Atlântica, no Recôncavo Baiano. Há 15 anos que reparte a sua vida entre Portugal e o Brasil.
A ciência e a arte sempre a acompanharam.
Desde cedo e como hobby, iniciou-se na fotografia de natureza, arquitetura tradicional, embarcações e artes de pesca, entre vários outros temas.
O gosto pelas artes plásticas levou-a a iniciar uma coleção multifacetada que inclui pintura, escultura, gravura, desenho e fotografia, possuindo cerca de 800 obras de 158 autores, de várias nacionalidades.
Comissariou três exposições de fotografia (duas na Fortaleza de Sagres e uma na Expo 98). Participou na organização de quatro eventos relacionados com fotografia e lançamento de livros (em Lisboa e na Fortaleza de Sagres).
Atualmente, para além da fotografia, dedica-se à escultura, usando como matéria prima, madeira abandonada na natureza ou colhida em áreas ardidas. Em Portugal, trabalha com algumas espécies do Bosque Mediterrânico e no Brasil, com algumas espécies da Mata Atlântica, dos Manguezais e da Restinga.
A partir de 2015 iniciou uma série de exposições, tendo já realizado onze individuais (seis de fotografia e cinco de escultura). Participou também em cinco coletivas (três em Portugal, uma no Brasil e outra na Alemanha).
Contactos:
Telemóvel: 965 816 185
E-mail: dinasalvador21@gmail.com
1 - Separe os seus resíduos nas praias;
2 - Estacione à sombra - Parque de estacionamento subterrâneo Rocha Prime;
3 - Campanha solidária fatura eletrónica - Por cada adesão a EMARP doa 2 Euros;
4 - Os 11 mitos sobre a reciclagem - Parti um copo em casa. Meto-o no ecoponto verde?;
5 - Controlo da qualidade da água;
6 - Exposição "Vestidas de cor" de Dina Salvador;
7 - Portimão 2019 - Cidade europeia do desporto;
8 - Portimão recicla;
Clique para consultar...
Tata Regala é descrito por alguns colegas de artes como um artista plástico que frequentemente usa a fotografia como veículo de expressão. Com efeito, o próprio tem grande dificuldade em enquadrar-se no mundo das artes…
Trabalha em Alto-mar como biólogo marinho e consultor ambiental mas é em terra que tenta ser alguém. Nessa tentativa vai tangenciando diversas formas de comunicação e expressão artística, passando pela fotografia, a escrita, a televisão, o teatro…
É sobretudo um confesso rebelde, aborrecido com os materiais, com as formas, com os vetores convencionais de comunicação e a cada instante tenta quebrar algum conceito, levar quem aflui ao seu trabalho, um passo mais adentro.
A fotografia está na sua vida desde berço ao ser filho de um colecionador de material fotográfico diverso. Ainda assim, só a partir da adolescência é que as máquinas deixaram de ser brinquedo para se tornarem “brincadeira séria”.
Com atividade expositiva intensa nas duas últimas décadas, é caracterizado pela forma como unifica imagens em torno de temas conceptuais concretos, dando a cada tema uma importância claramente superior que à imagem particular. Nas palavras do próprio: “Uma exposição/instalação é uma unidade indivisível, ainda que sempre incompleta. Enquanto fotógrafo, não me cativa ser retalhista de imagens e por conseguinte tampouco me distraio com a vendabilidade de cada".
Tata Regala convida a que sejam muito mais que testemunhas, pelas obras apresentadas, das suas aflições, na convicção clara de que estas são iguais às de qualquer outro. Em evidente coerência, é nos demais que procura respostas à sua inquietação fotográfica.
Descortinar
“De entremeio às pressões sociais de afora e os segredos da intimidade encontra-se uma cortina. Algo que coloco dedicadamente na minha janela para que passe a luz da rua mas não se desvele o reflexo do meu imo. De entremeio protejo-me, reduzo-me e sufoco-me com todos os crivos do que é apropriado, adequado, educado, oportuno... De entremeio estaria tudo isso, se não chegasses tu para me descortinar e eu aqui não estivesse para me revelar.”
“Descortinar” começou em 2012 como uma pesquisa sobre retrato; imagens recolhidas com a luz da janela da casa de cada um, na nudez das ideias, na ausência das vestes…
Perguntava:
O que escreverias na tua pele se fosse ela a tua folha de papel?
Lentamente tomou dimensões que ainda agora não abarco por completo. Durante os dois anos de recolha de imagens, surgiram questões como:
Até onde se estende o meu corpo?
O que escreve a vida em mim?
Que parte de mim é escultura e outra é aceitação?
Quanto da minha pele é outra, é barreira?
Contactos:
email: tataregala@gmail.com
1 - ESTACIONAMENTO Praia da Rocha - 1 de junho a 20 de setembro;
2 - Como pagar o estacionamento;
3 - Parque de estacionamento subterrâneo Rocha Prime;
4 - Tarifa para famílias numerosas;
5 - Desinfestação de ratos e baratas;
6 - Controlo da qualidade da água;
7 - Exposição "descortinar" de Tata Regala;
8 - Portimão 2019 - Cidade europeia do desporto;
9 - Portimão recicla;
Clique para consultar
Pedro Castanheiro, nasceu em Ferragudo em 1986, formou-se em Engenharia do Ambiente.
O desenho e a pintura são desde cedo dois dos seus maiores interesses.
Nas suas obras explora a criação de padrões e simetrias que formam composições abstratas, geométricas e com forte predominância de cor.
Participou em diversas exposições nacionais e internacionais das quais se destacam, A Moving Exhibition em 2010 na qual detém dois trabalhos no livro que reuniu vários artistas de todo o mundo, que exibiram as suas peças em 6 galerias na cidade de Londres. No mesmo ano realizou uma exposição individual na Sociedade Filarmónica Capricho Bejense, em Beja.
Em 2013, em Lagoa, Integrou a exposição “ART C vs WINEMOTIONS SHOWROOM”. Em junho do mesmo ano fica em 5º classificado na POSCA CONTEST.
Em 2017 criou uma parceria com o atelier Galeria 16 em Évora, onde expõe algumas das suas obras.
Exposições individuais:
2010 - Londres “A Moving Exhibition”
2010 - Beja “Sociedade Filarmónica Capricho Bejense”
2010 - Carvoeiro “A One Draw Show”
2011 - Carvoeiro “Primavera Ristorante Show”
2013 - Lagoa “ART C vs WINEMOTIONS SHOWROOM”
2013 - Estremoz “ART C vs Monte Seis Reis”
2013 - 5º Classificado – Posca Contest World Wide
2013 - Portimão “ART C vs CENTRAL SKATE SHOP”
2014 - Serpa “ART C vs CASA PAIXÃO”
2014 - Hamburgo “When ART C meets SIR JAMES”
2015 - Portimão “Mural SUSHI4HOME”
2017 - Évora “Galeria 16-Inauguração”
2018 - Alcáçovas “Galeria 16”
Contactos:
telemóvel: 963 401 395
Facebook: Art C
Instagram: _artc_
email: castanh3iro@gmail.com
1 - A EMARP presta contas;
2 - Os 11 mitos sobre a reciclagem 6. A esferovite não é bem plástica. Vai para o lixo comum?
3 - Controlo da qualidade da água;
4 - Exposição "ART C" de Pedro Castanheiro;
5 - Portimão 2019 - Cidade europeia do desporto;
6 - Portimão recicla;
Clique para consultar
Nesta campanha de desinfestação, realizada em fevereiro/março de 2019, no que concerne a baratas verificou-se um nível de infestação compreendido entre o nulo (0 baratas) e o médio (50 < 100 baratas).
Os resultados apresentados correspondem à média de infestação do arruamento, pelo que, quando se verifica a presença de baratas numa ou duas caixas de visita de sanemanento ao longo dum arruamento, todo o arruamento é considerado com nível de infestação fraco, contribuindo significativamente para um grau mais generalizado de infestação a assinalar.
Comparativamente com a última campanha, realizada em outubro/novembro de 2018, verificou-se a redução do nível de infestação, sendo estes os resultados expetáveis para a época do ano, devido às temperaturas tipicamente baixas. As temperaturas mais elevadas influenciam fortemente a presença de baratas nas caixas de visita do saneamento, que na procura de locais mais frescos sobem nas condutas. Assim, é expetável que na próxima campanha os níveis de infestação sejam mais consideráveis.
Relativamente aos ratos, detetou-se um nível geral de infestação nulo. Nas zonas com nível fraco de infestação de ratos foram na sua maioria avistados buracos na calçada. Estes são fruto dos túneis efetuados pelos ratos, localizados em zonas onde existem casas abandonadas nas proximidades, terrenos baldios, ou em zonas onde os animais infestantes são atraídos por restos de comida abandonados na via pública. Embora haja um esforço por parte da nossa fiscalização no sentido de sensibilizar os munícipes por forma a evitar este tipo de situações, a sua atitude é importante.
Não abandone resíduos e não alimente animais na via pública.
Para os animais abandonados poderá contribuir procurando um lar para os mesmos a fim de evitar este tipo de inconvenientes.
Consulte os resultados da campanha e o grau de infestação verificado no município:
Arte é história de rotina da não funcionalidade, da submersão de uma longa jornada de atitude e revelação, indecisão e determinismo. Novas modalidades da experiência e da enunciação são presentemente fomentadas como práticas sociais; nesta medida, o ato criativo está indissoluvelmente associado à ordem do distintivo, ao nominal, designadamente por meio de hábitos e procedimentos por via dos quais uma geração inscreve singularidade, mantendo, contudo, uma relação dominada pela produção de um discurso que se regista de acordo com o curso de uma operação de natureza coletiva.
A série Intermitência, Sintaxe e Cintilância (2019) especialmente concebida para esta ocasião, reúne um conjunto de seis propostas que derivam de um arquivo no qual se encontram depositados centenas de documentos que conjugam informação relativa a uma prática que entre outros princípios, considera uma linguagem iniciada ainda antes do final do séc. XIX, nomeadamente por van Gogh, que numa das cartas escritas ao irmão descreve um invulgar cenário, uma paisagem repleta de estranhos objetos, formas e cores, resultado de uma caminhada ao longo de uma lixeira local.
Não há um termo exato para definir ou determinar aquilo que esta série de imagens poderá desencadear, ou melhor, existem vários termos que não reúnem consenso, o que num sentido poderá ser positivo. Significa isto que, embora a natureza daquilo que aqui se vislumbra dependa invariavelmente de toda uma livre associação, incrementada ao longo de pelo menos dois séculos, aquilo que se corporiza na mente do observador é intimamente subjetivo.
A palavra “poesia”, que pode e deve continuar a ser lembrada como princípio da transformação de uma linguagem noutra, como transubstanciação, era originalmente uma palavra grega que significava literalmente “criar”, e que não era exclusividade da linguagem escrita ou falada.
A razão desta lógica parece justificar-se de acordo com o facto da nossa linguagem e dos nossos pensamentos, relativamente a coisas naturais, considerando por exemplo uma planta, terem à sua volta uma espécie de balão de informação repleto de associações. A “coisa” tem as suas qualidades físicas e o respetivo “balão” gera todo um contexto metafísico, produto de uma estética, história ou mitologia. Temos vivido na presença de um mundo natural com o qual temos tido oportunidade de desenvolver relações próprias. A velocidade com que temos vindo a equacionar novas imagens é de uma intensidade indescritível. Não temos tido naturalmente o tempo necessário para nos envolvermos mais intimamente com todo este material. Tentar devolver a estas coisas maior significado é definitivamente um dos grandes desafios da arte atual.
É portanto claramente evidente que a arte do final do séc. XIX traduzia já a consciência da existência de um mundo também ele artificial. Foi nesta medida que a produção industrial começou a ter um impacto estético. De forma mais genérica, poderemos olhar para todo este processo como o princípio de uma tendência para enumerar uma série de possibilidades segundo um processo nominativo, seletivo. Hoje, séculos depois da formalização do princípio da nominação, e do início da modernidade, por volta de 1800 – com a consequente autonomia da obra de arte -, podemos usar de tudo na conceção de imagens e objetos. Qualquer material pode ser incluído como portador de informação relevante, e não apenas no que toca a materiais, considerando igualmente técnicas e possibilidades formais. O problema é que, mesmo num mundo finito, o leque de possibilidades é de tal forma abrangente que, aparentemente, parece ser irrelevante o desenvolvimento de novos meios na produção de arte. Parece já não constituir a principal motivação. Será isto matéria de um passado demasiadamente premente, envolto em tradição, inviabilizando um futuro totalmente promissor?
Via Imaterial é a designação dada ao espaço que marca a passagem de recursos físicos para o meio virtual, tornando-os imateriais e, por esta via, visíveis aos olhos de um observador — na sua casa, num café ou escritório, independentemente da sua localização —, diante de um dispositivo, o mesmo com que reserva uma mesa num restaurante ou, uma entrada para uma peça de teatro. Poderá dizer-se que estas são imagens da literal tradução de um fluxo de informação que se torna na generalidade acessível, pelo menos potencialmente, por um período indefinido de tempo, a todos aqueles que de uma forma ou outra passaram a habitar e a tirar partido de um espaço oficialmente inaugurado em 1989. Estamos na presença de repositórios virtuais, de uma gama de coisas interpretativas, de um carácter especulativo, perante um mundo físico, afirmativo, repleto de objetos e, de uma vasta esfera de associações daí proveniente, reflexo de uma atividade não visível nem quantificável. Além do espaço de representação — segundo condição — ocupamos, por optação, o tempo da ficção. É esta a atualidade.
Contactos:
página internet: https://viaimaterial.blogspot.com
email: viaimaterial@gmail.com
Exposição “Intermitência, Sintaxe e Cintilância” – foto 05
Exposição “Intermitência, Sintaxe e Cintilância” – foto 01
Exposição “Intermitência, Sintaxe e Cintilância” – foto 06
Exposição “Intermitência, Sintaxe e Cintilância” – foto 04
Exposição “Intermitência, Sintaxe e Cintilância” – foto 02
Exposição “Intermitência, Sintaxe e Cintilância” – foto 03
1 - Projeto de compostagem nas escolas;
2 - Os 11 mitos sobre a reciclagem: 5. "Já pago taxa de resíduos sólidos urbanos, ainda tenho o trabalho de os reciclar?";
3 - Ainda tem dúvidas na separação de resíduos?;
4 - Controlo da qualidade da água;
5 - Dica;
6 - Portimão 2019 - Cidade europeia do desporto;
7 - Portimão recicla;
Clique para consultar
Para fornecer as melhores experiências, usamos tecnologias como cookies para armazenar e/ou aceder a informações do dispositivo. Consentir com essas tecnologias nos permitirá processar dados, como comportamento de navegação ou IDs exclusivos neste site. Não consentir ou retirar o consentimento pode afetar negativamante certos recursos e funções.
Funcional
Sempre ativo
O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para o fim legítimo de permitir a utilização de um determinado serviço expressamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou para o fim exclusivo de efetuar a transmissão de uma comunicação numa rede de comunicações eletrónicas.
Preferências
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para o propósito legítimo de armazenamento de preferências não solicitadas pelo assinante ou utilizador.
Estatísticas
O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos.O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos anónimos. Sem uma intimação, conformidade voluntária por parte do seu Fornecedor de Serviços de Internet ou registos adicionais de terceiros, as informações armazenadas ou recuperadas apenas para esse fim geralmente não podem ser usadas para identificá-lo.
Marketing
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para criar perfis de utilizador para enviar publicidade ou para rastrear o utilizador num site ou em vários sites para fins de marketing semelhantes.