Exposição “Caminhos da missão”
Vitor Madeira2018-01-22T16:40:33+00:00
Exposição solidária por Boluka Kua Zua
27 de novembro de 2017 a 5 de janeiro de 2018 Horário: Dias úteis das 8h30 às 17h30
Boluka Kua Zua, ou seja, “Nascer do Sol” que poderemos designar por um novo amanhecer, novas oportunidades para a vida, em busca de novos sorrisos. O QUE É? É um projeto missionário de leigos, através da Diocese do Algarve, das Franciscanas Missionárias de Maria e dos Sagrados Corações de Jesus e Maria, apoiamos e realizamos projetos de cooperação para o desenvolvimento do continente africano, mais especificamente em Angola e Moçambique. Em Portugal, concretizamos ações de voluntariado, em instituições de solidariedade social, sedeadas no Algarve. QUAIS OS OBJETIVOS? Os objetivos deste projeto são colaborar na promoção das comunidades nos países em vias de desenvolvimento, PALOP´S e outros, bem como participar em ações em Portugal, contribuindo para a melhoria das condições de vida da população, no acesso às condições básicas de subsistência, à educação/formação, à saúde e à informação, implementando e apoiando projetos que visem a capacitação e autonomia dos seus agentes/populações. O prinicipal enfoque, é a reabilitação do Ser Humano, através do fortalecimento das relações humanas e no desenvolvimento e promoção do seu espaço comunitário. HISTÓRIA As ações deste projeto iniciaram-se no ano de 2008, com a 1ª ação de trabalho missionário em terras angolanas/Saurimo. Dois anos mais tarde, no ano de 2010, formalizou-se o projeto, após o regresso de um grupo de missionários de Moçambique/ Beira, tendo-se constituído uma equipa de trabalho para a organização da formação de novos voluntários, bem como para a divulgação dos projetos/trabalho desenvolvido em terras de missão. Desde o inicio do projeto já partiram 16 missionários, para 8 destinos de missão diferentes, mais especificamente para: - Angola: Saurimo, Dala, Mbanza Congo, Cangumbe; - Moçambique: Maputo, Beira, Namaachaa; - Portugal: Tavira/Cachopo. PROJETOS O Boluka Kua Zua, apadrinhou/apoiou os seguintes projetos:- construção de um centro de moagem para cereais para a comunidade do Bairro da Manga, na Beira em Moçambique (Ano 2010 a 2014);
- apadrinhamento de crianças e jovens que se encontrem em situação de risco ao nível alimentar e de educação, na cidade da Beira/Moçambique (Ano de 2010 a 2017).
Alimentação Ao nível de suprir as necessidades básicas de alimentação e higiene, têm sido apoiadas 13 crianças/jovens e respetivas famílias, através do apoio financeiro de um padrinho/madrinha (70€ trimestre) por criança/jovem, cujo apoio se destina à aquisição de bens alimentares (arroz, farinha, feijão, acúçar, sal e óleo alimentar) e de produtos de higiene (barras de sabão) e outros considerados de 1ª necessidade, distribuídos mensalmente às famílias de cada criança/jovem. Este projeto é gerido pela congregação das FMM- Franciscanas Missionárias de Maria sedeado na Beira/Moçambique
Educação Destinado a garantir a continuidade da formação escolar até ao 12º ano. Têm sido apoiadas 9 crianças/jovens, através do apoio financeiro de um padrinho/madrinha (45€ trimestre) por criança/jovem, cujo apoio se destina ao pagamento das propinas, material escolar, apoio nas deslocações ao médico sempre que necessário, entre outros. Este projeto é gerido pela congregação dos Sagrados Corações de Jesus e Maria.
DONATIVOS/COLABORAR Novo Banco Conta: 000 000 507 117 NIB: 0007 0000 000 00 507 11723 IBAN: PT 50 0007 0000 000 00 507 11723 Ou através da aquisição de alguns produtos, nomeadamente postais, marcadores de livros, pulseiras, t-shirts… MISSIONÁRIO É alguém que disponibiliza o seu tempo voluntariamente para ajudar os outros. ESTES VOLUNTÁRIOS AJUDAM NAS SEGUINTES ÁREAS: Saúde: Cuidados básicos, campanhas de informação… Educação: Alfabetização (ensinar a ler e a escrever), atividades de animação e apoio na catequese… Formações: Disponibilizam formação para os profissionais das comunidades dos PALOP´S e para a comunidade (ex: como cuidar das crianças, palestras sobre doenças…), aulas de informática, formações na área da educação… Formação Cívica: Promoção da comunidade, ateliers (culinária, costura…), elaboração de projetos de desenvolvimento, ajudar a descobrir potencialidades das comunidades, transmissão de valores humanos. REQUISITOS PARA PARTIR EM MISSÃO: Ter no mínimo 18 anos; Formação mínima de 1 ano; Valores humanos e espirituais; Disponibilidade de partilha. Mais informações: Blog: http://bolukakuazua.blogspot.pt/ Email: boluka.kua.zua@gmail.com No Facebook, pesquisando por Boluka Kua ZuaNotícias do Ambiente novembro 2017
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Vitor Madeira2024-11-18T16:45:54+00:00Mirmecologia de Rui Mesquita
7 de agosto a 8 de setembro de 2017 Horário: Dias úteis das 8h30 às 17h30
Rui Mesquita nasceu no ano de 1968 em Portimão. Desde miúdo que os animais e a tecnologia o fascinam e, escolhida a segunda para profissão, ficou a primeira reservada para os tempos livres. Há cerca de oito anos, descobriu o mundo fantástico das formigas, a mirmecologia, parte da entomologia que tem por objetivo o estudo das formigas. Incluindo-se na ordem dos insetos himenópteros, que inclui as vespas, abelhas e formigas, estas últimas pertencem à família dos formicídeos e possuem várias denominações populares: formiga do jardim, argentina, formiga preta, vermelha, da madeira, da cortiça… Enquanto umas espécies de formigas criam túneis que permitem a circulação de ar, que no caso do subsolo torna a terra mais produtiva e beneficia a agricultura, ajudando a cuidar das plantações, afastando insetos prejudiciais, outras espécies são nocivas pois invadem casas e armazéns à procura de comida e podem destruir plantas, chegando inclusive a dizimar plantações. O estudo das formigas atrai os naturalistas desde a antiguidade e as crianças muitas vezes mantêm formigueiros para observar suas atividades. Existem vários países em que as escolas mantêm ou levam os alunos a observar os formigueiros para que aprendam com elas: Trabalho… Perseverança… Sabedoria… Hierarquia... Cooperação... Partilha. Reconhecidas como formando sociedades complexas e perfeitas em que todas trabalham para o bem comum, as formigas são mencionadas como símbolo de parcimónia e de esforço, porque muitas espécies parecem exercer uma atividade incansável e porque armazenam grandes quantidades de alimento. Em Portugal, a atividade de criação de formigueiros não tem um significado relevante, pelo que as redes sociais dão uma ajuda nas dúvidas do dia a dia, juntando-se os criadores às comunidades a nível mundial para partilhar experiências. Existem cerca de 10 mil espécies de formigas, por isso, não surpreende que as formigas, como milhões de outros insetos sociais, vivam por todo o lado em todo o mundo com a exceção das regiões mais frias, os pólos. O comprimento das formigas pode variar entre os 1,6 mm e quase 5 cm e a maioria das espécies são vermelhas, negras, castanhas ou amarelas, mas existem também verdes e em azul metálico. Como outros insetos, têm seis patas e o seu corpo divide-se em três segmentos distintos: cabeça, tórax e abdómen. Sendo animais bastante fortes, capazes até de erguer pesos 50 vezes superiores aos dos seus corpos, as formigas alimentam-se de frutas, flores e sementes, embora algumas delas comam qualquer coisa que encontrem pelo caminho, como pequenos animais. O sentido mais desenvolvido da formiga é o do “faro”. As formigas dispõem de glândulas abdominais que segregam diversas feromonas, substâncias químicas que causam reações específicas noutros indivíduos. Estas feromonas atuam como alarme, como forma de atração sexual e como marcadores dos caminhos, ajudando no reconhecimento de indivíduos. As formigas de um mesmo formigueiro têm um odor especial que as distingue das forasteiras ou inimigas. Como não têm ouvidos as formigas “ouvem” as vibrações por meio de seus órgãos sensórios, o mais importante doa quais são as antenas utilizadas para cheirar, tocar, saborear e ouvir. É fácil compreender por que as antenas de uma formiga estão constantemente a mexer-se, pois ajudam-nas a descobrir e a provar comida, a encontrar o caminho que procuram e reconhecer de outras formigas por toque. Com um paladar extremamente bem desenvolvido são capazes de distinguir entre sabores amargos, doces, azedos e salgados. Além das antenas, as formigas também têm recetores táteis localizados nos pés e nos pelos das pernas, usados para determinar cheiro e sabor. As formigas são animais sociais, que vivem em formigueiros, estratificados por castas, com as rainhas (fêmeas reprodutoras), os machos e as formigas trabalhadoras (fêmeas não reprodutoras). Aqui, alimentam-se e protegem-se umas às outras, criam e cuidam dos filhos numa sociedade altamente organizada, onde cada membro tem uma determinada função a cumprir, de colocar ovos a reunir alimentos ou lutar. Contactos: E-mail: ruimeskuita@gmail.com Telemóvel: 920 053 092Notícias do Ambiente agosto 2017
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